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Concurso CGU: Cebraspe é a banca das 60 vagas de Auditor Federal de Finanças e Controle

A CGU escolheu o Cebraspe para organizar o concurso de Auditor Federal de Finanças e Controle, com 60 vagas. O edital deve sair até 24 de dezembro de 2026.

Redação Esquematiza Aí

Atualização de 29 de setembro de 2026: a CGU escolheu o Cebraspe como banca do concurso para Auditor Federal de Finanças e Controle, com 60 vagas imediatas e edital previsto até 24 de dezembro.

A contratação do Cebraspe foi registrada no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) em 29 de setembro de 2026. Pessoal, com a banca definida, você já consegue direcionar os estudos desde agora. Abaixo estão o que já é oficial e o que ainda depende do edital.

O que mudou: o Cebraspe organiza o concurso da CGU

A Controladoria-Geral da União contratou o Cebraspe, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos, por dispensa de licitação, com base no artigo 75, inciso XV, da Lei nº 14.133/2021. A Nota Técnica nº 3938/2026, de 29 de setembro, fixa o valor de referência da contratação em R$ 3.822.556,86, calculado para até 30 mil inscritos. O Estudo Técnico Preliminar projeta cerca de 25 mil inscritos.

Em 2021, o concurso da CGU foi organizado pela FGV. Como cada banca formula as questões de um jeito próprio, vale começar a resolver provas do Cebraspe desde já.

Linha do tempo do concurso CGU

  • 29 de setembro de 2026: contratação do Cebraspe registrada no PNCP e Nota Técnica nº 3938/2026.
  • 17 de setembro de 2026: Portaria Normativa CGU nº 285, de 9 de setembro, publicada no Diário Oficial da União, com as normas gerais do concurso.
  • 24 de junho de 2026: Portaria MGI nº 5.093, de 22 de junho de 2026, publicada no Diário Oficial da União, autoriza a seleção com 60 vagas.

Quantas são as vagas e onde ficam?

São 60 vagas imediatas para Auditor Federal de Finanças e Controle. Segundo o Termo de Referência da contratação da banca, elas se dividem em duas frentes: 30 de Auditoria e 30 de Tecnologia da Informação, o que soma as 60.

  • Auditoria (30 vagas): 20 em Brasília e 2 em cada um dos estados do Acre, Amapá, Mato Grosso, Rondônia e Roraima.
  • TI, Ciência de Dados (10 vagas): Brasília.
  • TI, Infraestrutura de TI (10 vagas): Brasília.
  • TI, Desenvolvimento de Sistemas (10 vagas): Brasília.

A reserva de vagas também soma 60: 39 de ampla concorrência, 15 para pessoas negras, 3 para pessoas com deficiência, 2 para pessoas indígenas e 1 para pessoas quilombolas.

Importante: A distribuição por especialidade e local vem do Termo de Referência, documento da contratação da banca. A versão definitiva, com a formação exigida em cada especialidade, só existe no edital. Confira o edital antes de escolher a área.

Quanto ganha o Auditor Federal de Finanças e Controle?

O subsídio inicial do cargo é de R$ 20.000,00, valor que consta no Termo de Referência da contratação.

Atenção, porque é aqui que muita gente se confunde: subsídio não é remuneração total. Portais divulgam totais diferentes entre si, como R$ 21.192,00 e R$ 21.924,80, e nenhum deles traz memória de cálculo em documento oficial. Trate o subsídio de R$ 20.000,00 como o valor-base e os totais como não confirmados até o edital. O R$ 18.033,52 que ainda circula em alguns portais é o valor da tabela de janeiro de 2025. Para conferir quanto o cargo recebe na prática, consulte o Portal da Transparência do Governo Federal.

Como serão as provas?

O concurso terá etapa única, com provas objetivas, de conhecimentos básicos e específicos, e provas discursivas. Segundo o Termo de Referência, a discursiva inclui estudo de caso, e o candidato ainda passa por sindicância de vida pregressa. Há também perícia médica para quem concorrer como pessoa com deficiência e procedimento de verificação da condição declarada para quem concorrer às vagas reservadas a pessoas negras, indígenas e quilombolas.

A Portaria Normativa CGU nº 285 acrescenta uma regra: a correção das provas discursivas terá ação afirmativa voltada às mulheres, e os critérios serão detalhados no edital. Número de questões, disciplinas e duração das provas também só saem no edital. A aplicação será em Brasília e nas 26 capitais.

Quando sai o edital?

O prazo é de até seis meses a partir da publicação da Portaria MGI nº 5.093, ou seja, até 24 de dezembro de 2026. Entre a publicação do edital e a primeira prova, o intervalo mínimo é de dois meses. Pela conta, se o edital sair no último dia do prazo, a primeira prova só poderá acontecer a partir de 24 de fevereiro de 2027.

Por onde começar a estudar

Com a banca definida, organize desde já as disciplinas que a CGU costuma cobrar com profundidade:

  • Auditoria Governamental e Controle Externo
  • Administração Financeira e Orçamentária (AFO)
  • Contabilidade Pública (CASP)
  • Direito Administrativo e Direito Constitucional
  • Lei de Responsabilidade Fiscal e a Nova Lei de Licitações

Para as vagas de TI, o conteúdo específico de Ciência de Dados, Infraestrutura e Desenvolvimento de Sistemas só sai no edital. Quem pretende disputar essas vagas deve acompanhar o programa antes de fechar o plano de estudos.

Note que quase toda a lista acima também cai em concursos de Tribunais de Contas e na área fiscal. Ou seja: estudar para a CGU agora também prepara você para vários outros certames que devem sair na mesma janela.

O erro clássico do pré-edital

Esperar o edital sair para começar. Com a banca definida e o prazo correndo até 24 de dezembro, quem já tem base ajusta a rota quando o edital é publicado; quem não tem precisa aprender conteúdo novo em pouco tempo. A diferença entre os dois costuma aparecer na nota de corte.

Fontes e documentos oficiais

  • Portaria MGI nº 5.093, de 22 de junho de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 24 de junho de 2026.
  • Portaria Normativa CGU nº 285, de 9 de setembro de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 17 de setembro de 2026.
  • Termo de Referência, Estudo Técnico Preliminar e Nota Técnica nº 3938/2026 da contratação da banca organizadora, registrada no PNCP em 29 de setembro de 2026.

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